terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mário Bessa - Placa Volkswagem

Olha só a placa que o Vovozão adquiriu do Mário.
Produto de excelente qualidade que esta sendo produzido pelo nosso amigo que agora esta com a sua marca disponibilizada da sua Oficina Mecânica especializada nestas nossas raridades.


O Macfuca ganhou uma de presente em retribuição a finalização da logotipia da Oficina do Mário.
Se você pensa em adquirir uma peça como essa de metal, recortada e cromada de excelente qualidade ligue para o número do celular que aparece no logotipo acima e se precisar regular ou melhorar a estética do motor ao colocar algum acessório no carro, fale com o Mário Bessa.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vaso repaginado

Lembram do velho vasinho de flor para colocar no painel dos VW.
Este é um modelo repaginado que serve tanto para os velhos como para os novos.
Duas formas de prender. Com ventosa e com prendedor tipo perfume para carros.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Jornalismo pragmático esquece o ser humano

Sei que o propósito deste blog tem a ver com as coisas que envolvem o conteúdo dos Fucas que sobrevivem a este mundo que muda tão depressa, porém determinados conteúdos me despertam a necessidade de um raciocínio que vai além desta minha paixão.

Hoje por uma destas coincidências da vida onde brinco com a palavra Pragmático me deparei com este texto escrito brilhantemente pelo meu irmão em seu blog Milton Ferretti Jung Júnior.

"Joseíldo acabara de chegar da casa da mãe no Nordeste – este ‘país’ que teimamos em não reconhecer e discriminamos. Não teve tempo pra contar aos parentes as notícias da terra natal. Chegou, era noite, talvez tenha beijado a mulher e abraçado os filhos. E morreu. Morreram todos embaixo da lama e dos tijolos do abrigo que haviam conseguido construir com o dinheiro que juntou no trabalho de pedreiro.


Das crianças sobraram fotos gravadas no celular de um dos tios. Havia uma mochila escolar, também. Da família, tristeza, desolação e resignação.


A tragédia foi em Jundiaí, interior de São Paulo, e havia sido descrita pelos repórteres durante o dia. Chamou-me atenção, porém, o relato feito pela jornalista Abigail Costa, que você lê, esporadicamente, neste blog, e reporta as notícias no Jornal da Record (mulher deste blogueiro, também). Foi lá, conversou com amigos e parentes da família, fez questão de conhecer a história de cada uma daquelas pessoas que para maioria de nós é apenas uma estatística, no máximo a garantia de uma manchete no noticiário da noite.


Por tempos fui repórter, também. E, muitas vezes, tive de desenterrar o pé do barro para fechar reportagens no rádio e na TV. Sempre me intrigou a história privada de cada uma daquelas vítimas. Nem sempre tive sensibilidade para descrevê-la. Por isso, valorizo o repórter capaz de entender que há momentos em que a pauta tem de ser cumprida com o coração.


Na reportagem que assisti hoje, não faltou racionalidade na condução da história. Mas o destaque ficou a cargo daquilo que foi percebido pela alma, sem o sensacionalismo comum nestes momentos.


A forma com que a notícia foi contada não impediu, porém, que colegas de profissão reclamassem da cor da bota, do tamanho do anel e da estampa do lenço que encobria o pescoço da repórter. Confesso, as lágrimas não me permitiram ver estes detalhes. Eles viram.


Pensei em silêncio – que se transforma em palavras neste post: o que nos torna tão frio diante de uma tragédia humana a ponto de nos permitir perceber a superficialidade na imagem ?


Preocupa-me o fato de estarmos construindo redações pragmáticas, nas quais a forma se sobrepõe ao conteúdo. Feita de pessoas que buscam a notícia a qualquer preço. Profissionais que transformam a arte de contar histórias em um exercício burocrático. Que escrevem seus textos como se batessem ponto em uma repartição pública caquética.


Aos repórteres ainda dispostos a ouvir sugestões: não se iludam com a falsa ideia da imparcialidade; jamais transformem a isenção em insensibilidade; e nunca deixem de exercer o direito sagrado de se emocionar diante da realidade humana ."

Quer carregar a bicicleta?

Modelo funcional para colocar a Biki na Kombi.
Nunca vi pessoalmente, ótima idéia .

sábado, 8 de janeiro de 2011

O velho e bom Vovozão

Olha só a camisa do Gremistaço do Bohrer.
Vovozão Personalizado de Tricolor.

Cara com bom gosto é isso acerta em tudo!
Bela camisa meu amigo Bohrer.